terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Fórum Social Mundial Temático - FSMT 2016 em Porto Alegre

O Fórum Social Mundial Temático - FSMT 2016, que tem como tema Paz, Democracia, Direitos dos Povos e do Planeta, inicia hoje terça-feira, 19 de janeiro, em Porto Alegre/RS. O trajeto da caminhada começa no Largo Glênio Peres, segue pela Avenida Borges de Medeiros e termina no Largo Zumbi com show de encerramento do cantor Chico César.
Comemorando 15 anos do evento, o FSMT e será realizado de 19 a 23 de janeiro, em vários locais de Porto Alegre. Os chamados ‘territórios’ do Fórum compreendem o Parque Farroupilha (Redenção), o Auditório Araújo Viana, o Largo Zumbi dos Palmares e o Acampamento da Juventude no Parque Harmonia, além da UFRGS, Assembleia Legislativa, Câmara Municipal, entre outros.
Em todos os espaços acontecem encontros e debates propostos por diversas entidades, as mesas de convergência (pela tarde) e atividades autogestionárias (pela manhã). Segundo Mauri Cruz, membro do comitê organizador do Fórum e da Associação Brasileira de Organizações Não- governamentais (Abong), todos os segmentos da sociedade e participantes locais, nacionais e internacionais estão representados nos debates. “Nosso papel não é determinar o caráter político do evento, mas deixar que os participantes definam as características”.
Durante o evento, haverá duas feiras de Economia Solidária, no Largo do Zumbi e no Parque da Redenção (entre o chafariz e o Monumento do Expedicionário), com artesanatos e alimentação.
Saiba mais no site oficial do FSMT:  http://forumsocialportoalegre.org.br/
Webert da Cruz | janeiro 14, 2016 às 2:57 pm | Tags: Fórum Social MundialFSMTPorto Alegre | Categorias: Notícias | URL: http://marista.edu.br/ims/?p=10673

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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Instabilidade na China faz dólar fechar no maior valor em três meses
Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*


A  moeda  norte-americana  fechou  a  primeira  segunda-feira  do  ano  cotada  a  R$ 4,034  Arquivo/Agência Brasil
Em um dia marcado por turbulências na economia chinesa, a moeda norte-americana iniciou 2016 com forte alta, e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) voltou a fechar no menor valor em quase sete anos. No primeiro dia de negociações do ano, o dólar comercial subiu R$ 0,086 (2,17%) e fechou esta segunda-feira (4) vendido a R$ 4,034. A cotação está no maior valor desde 29 de setembro (R$ 4,059).
O dólar operou em alta durante toda a sessão, mas enfrentou momentos de forte volatilidade. Por duas vezes ao longo do dia, por volta das 9h30 e entre as 14h30 e as 15h30, a cotação chegou a superar R$ 4,06. Nas horas finais de negociação, a moeda desacelerou até fechar em R$ 4,034.
O dia também foi de perdas na bolsa de valores. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 2,68% e fechou a sessão em 42.189 pontos, no menor nível desde abril de 2009, no auge da crise econômica gerada pelo colapso do crédito imobiliário nos Estados Unidos. Entre os papéis mais negociados, todos registraram perda, mas as ações da Petrobras foram exceção e subiram 0,93% (ações ordinárias) e 1,64% (ações preferenciais).
As preocupações com a China dominaram o dia. Após a divulgação da informação sobre a queda da produção industrial na China pelo décimo mês consecutivo em dezembro, a Bolsa de Valores do país despencou. As negociações foram suspensas depois que a Bolsa de Xangai, principal mercado acionário da China, caiu 7%.
A desaceleração da China tem fortes efeitos sobre países exportadores de commodities (bens primários com cotação internacional), como o Brasil. Isso porque a segunda maior economia do planeta é grande consumidora de matérias-primas como ferro e petróleo e de produtos agrícolas como soja. A diminuição do crescimento da economia chinesa se reflete em redução de preços das commodities. Com exportações mais baratas, menos dólares entram no país, empurrando para cima a cotação da moeda norte-americana.
*Com informações da Agência Lusa

Edição: Nádia Franco

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Os paraenses que recebem salário mínimo receberão o pagamento reajustado já no final do mês de janeiro ou início de fevereiro. 

O novo mínimo de R$ 880 está em vigor desde a última sexta-feira (1º) em todo o Brasil. Segundo o Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor continua sendo reajustado com ganhos reais.
Nos próximos 12 meses aproximadamente R$ 1,7 bilhão alcançarão cerca de 1,4 milhão de pessoas, mais ou menos 40% da população ocupada em todo o estado do Pará. O reajuste é de 11,68% em relação ao mínimo praticado até 31/12/15 de R$ 788.
Segundo acordo entre o Governo Federal e os trabalhadores (através das Centrais Sindicais), o reajuste tem ganho real acumulado desde abril de 2002. A sua forma de reajuste alcança aproximadamente 77%, o maior crescimento real em quase 76 anos de historia do salário mínimo no Brasil.
Em 2015,a cesta básica comprometeu cerca de 45%
do orçamento dos paraenses. (Foto: Reprodução)
Cesta básica
Em novembro de 2015, a Cesta Básica dos Paraenses custou R$ 325,69 e comprometeu na sua aquisição aproximadamente 45% do salário mínimo de R$ 788.

Com o novo mínimo de R$ 880, o impacto deverá diminuir um pouco, mas não o bastante para que o mínimo atenda os preceitos constitucionais, onde o trabalhador tem direito a habitação, vestuário, transporte, educação, alimentação, lazer, etc. Esse salário constitucional deveria ser, segundo o Dieese, de cerca de R$ 3.400.
fonte: G1 Pára

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015



A desinformação nos empurra para um estado policial

Caminhamos lenta e gradualmente para um estado policial onde, por incrível que pareça, a limitação de direitos civis como liberdade de expressão e de movimento, conta com o apoio da população. Tudo porque o instinto primário do medo já começou a comandar as ações e percepções de um número cada vez maior de indivíduos.
A cada nova ameaça, suspeita ou ação concreta de terrorismo ou ação do crime organizado, as pessoas sentem-se mais acuadas enquanto as autoridades reagem com medidas inimagináveis e inaceitáveis noutros tempos. Alguém imaginaria Paris e Bruxelas ocupadas por tropas de assalto, ou aeroportos transformados em células de segurança máxima. Ou mover - se todos os dias numa favela em meio a blindados e soldados em uniforme negro armados até os dentes como se estivessem numa guerra.
Mas isto se tornou tolerado, aplaudido e até exigido por segmentos da população traumatizada pelo massacre da boate Bataclan ou com a ação de narcotraficantes nos subúrbios de São Paulo ou Rio de Janeiro. O medo está levando as pessoas a abrir mão dos seus direitos e liberdades, a partir de informações sobre as quais elas não tem controle.
Uma das origens do medo está nesta falta de informações porque os governos se fecham no sigilo completo, a imprensa transforma-se em caixa de ressonância das estratégias implantadas pelos organismos de segurança. As organizações civis protestam mas sem saber direito contra quem e porque.
Desorientados e desprotegidos por falta de informações, os indivíduos se tornam presas fáceis do temor e da inevitável busca de segurança, mesmo que isto tenha um preço que noutras circunstâncias seria considerado impagável. Deixamos de levar em conta o que estamos perdendo para preocuparmos apenas com a expectativa de uma segurança e proteção ilusórias, porque o terrorismo e a violência urbana podem ocorrer em qualquer lugar e a qualquer hora. Os governos perdem cada vez mais o controle da segurança pública.
As ações de combate ao terrorismo passaram a incorporar um componente indispensável à domesticação da opinião publica: a informação, seja ela a publicada em jornais, revistas e telejornais, seja a transmitida pelo tipo de uniforme e armamento usado pelas tropas deslocadas para neutralizar grupos terroristas. A mobilização desproporcional de efetivos militares e policiais passou uma mensagem clara à população. As centenas de soldados que ocuparam pontos estratégicos de Paris e Bruxelas eram parte de uma operação destinada a consolidar o medo da população, mais do que um combate efetivo a celulas terroristas de no máximo 10 pessoas.
A síndrome do medo
Esta mesma mensagem associada a produção de um clima de temor está presente nas operações policiais aqui no Brasil, quando membros da Policia Federal, camuflados como se fossem atacar inimigos fortemente armados capturam políticos, lobistas, banqueiros ou simples suspeitos de envolvimento na operação Lava Jato. Quando a secretaria de político chega escoltada por agentes de preto, com fuzis metralhadora, não é a preocupação com o risco de resistência que move os policiais mas a preocupação de mostrar poder, força e capacidade intimidadora.
Por conta da síndrome do medo passamos a dar crédito a toda informação apresentada como preocupação com a segurança coletiva. Quem nos garante que ameaças de bomba não possam ser plantadas , gerando a consequente insegurança pública e o reforço da mobilização militarizada. Preferimos não levar em conta a possibilidade de ameaças plantadas com o objetivo de exarcebar a insegurança e consequentemente o reforço das medidas de limitação das liberdades civis. Mas a possibilidade existe, é real, só que ninguém ousa checá-la.
Estamos espremidos entre um estado de desorientação e insegurança e a submissão irrefletida e consensual a um estado policial cada vez menos preocupado com os direitos civis. A desorientação e insegurança generalizadas aumentam quando decidimos checar as estratégias de combate ao terrorismo e somos bombardeados por informações contraditórias que dificultam a formação de um juízo equilibro e tranquilizador.
Como conviver com a incerteza é um comportamento complexo e desconfortável, a maioria das pessoas prefere a segurança das meias verdades e até da falsidade desde que não precisem conviver com a duvida e com a reflexão. Mas este recuo da sociedade diante do estado policial tem limites como mostram dezenas de exemplos históricos, que revelam também uma constante: não há modelo único e cada caso é um caso, com suas especificidades. É o que nos toca descobrir.


Doodle do Google faz homenagem a Chico Mendes, líder seringueiro do AC 15/12/2015 10h17 G1 AC

Chico Mendes é homenageado em animação na ferramenta de busca do Google (Foto: Reprodução/Google)
 Líder seringueiro ambientalista foi morto em 1988 aos 44 anos.
Antes de morrer, Mendes denunciou ameaça de mortes. 

O ambientalista Chico Mendes é o homenageado desta terça-feira (15) na página inicial da ferramenta de buscas do Google. Na animação, o símbolo pela luta dos seringueiros, Mendes aparece tirando látex de seringueiras. A homenagem é para lembrar o 71° aniversário do líder seringueiro.
Francisco Alves Mendes, conhecido por Chico Mendes, morreu em 22 de dezembro de 1988, aos 44 anos, com um tiro no peito, em sua casa, no município de Xapuri (AC), distante 188 quilômetros de Rio Branco.
Defensor do meio ambiente, Chico Mendes já havia denunciado ameaças de morte em função de sua intensa luta contra o desmatamento e pela preservação da Amazônia.
Em dezembro de 1990, a Justiça condenou os fazendeiros Darly Alves da Silva e Darcy Alves Ferreira (filho de Darly), a 19 anos de prisão pela morte do seringueiro.

Sindicalista

Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como Chico Mendes foi um seringueiro, sindicalista, e ativista político e ambiental brasileiro. Wikipédia

Nascimento: 15 de dezembro de 1944, Xapuri, Acre

Nacionalidade: Brasileiro

Assassinado em: 22 de dezembro de 1988, Xapuri, Acre





CROTALÁRIA BREVIFLORA É A MELHOR CONTRA O MOSQUITO DA DENGUE. SAIBA POR QUE!

 (A sua melhor "ARMA" contra o mosquito da dengue)
É uma leguminosa que cresce pouco, no máximo 60 centímetros á 1 metro de altura, e não fica do tamanho das demais, onde muitas espécies chegam atingir até 4 metros de altura. Muitas das crotalárias comuns, só florescem após 6 meses há 1 ano. Já a CROTALÁRIA BREVIFLORA logo floresce. Podendo ser plantada inclusive em condomínios. Sendo cultivada como cobertura vegetal, nas entrelinhas de culturas perenes, principalmente no combate ao "MOSQUITO DA DENGUE "AEDES AEGYPTI". Floresce se bem cuidada, em até 90 dias, ou seja: 04 a 05 vezes mais rápido que as outras 550 espécies de crotalárias existentes no mundo, que geralmente demoram de 6 meses a 1 ano para dar flores, esta espécie da "BREVIFLORA", NÃO fica tão alta como as demais espécies existentes. Devido ao seu porte BAIXO, (ANÃO), e o hábito não trepador, e por ser uma espécie má hospedeira de nematóides, tem rápido florescimento, se torna um dos melhores "ADUBOS VERDES" a ser utilizada nas entrelinhas das lavouras de café ou pomares. Má hospedeira de nematóides, contribuindo eficazmente para a diminuição da população destes; Em destaque especial, o terrível Mosquito da Dengue.
O manejo (corte/incorporação/dessecação) deve ser feito na fase de pleno florescimento, quando o adubo verde apresenta o máximo acumulado de nutrientes. Controla ervas daninhas e fornece nitrogênio para a cultura consorciada. O seu porte baixo permite o trânsito de máquinas e pessoas nas entrelinhas.
OUTROS BENEFÍCIOS DE PLANTAR A CROTALÁRIA BREVIFLORA EM SUA CASA, QUINTAL, CHÁCARAS, JARDINS ETC...
Considerada um dos melhores Adubos Verde para terras improdutivas, traz Nitrogênio para a terra, e plantas ao redor.
Tem características recicladoras, recuperadoras, protetoras, melhoradoras e condicionadoras de solos que não são férteis.
Aumento da capacidade de armazenamento de água no solo.
Controle de nematóides fito parasitos.
Descompactação, estruturação e aeração do solo.
Diminuição de amplitude da variação térmica diuturna do solo.
Fornecimento de nitrogênio fixado direto da atmosfera.
Intensificação da atividade biológica do solo.
Produção de fito - massa para formação da cobertura morta.
Proteção de mudas-plantas contra o vento e radiação solar.
Proteção do solo contra os agentes da erosão e radiação solar.
Rápida cobertura do solo e grande produção de massa verde em curto espaço de tempo.
Reciclagem de nutrientes lixiviador em profundidade.
Recuperação de solos de baixa fertilidade.
Redução da infestação de ervas daninhas, incidência de pragas e patógenos nas culturas, quintais e jardins.
Suprimento de matéria orgânica ao solo.
Fitorremediação, desintoxicação do solo, redução de metais pesados e/ou resíduos de defensivos.
Matéria prima para compostagem.
Contribui para o seqüestro de carbono que envenena outras plantas sensíveis.
EXIJA A LEGÍTIMA CROTALÁRIA BREVIFLORA
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ATENÇÃO...
QUEM TEM PRESSA PARA ATRAIR AS LIBÉLULAS E ACABAR LOGO COM O MOSQUITO DA DENGUE, PERNILONGOS E O MOSQUITO DA FEBRE AMARELA... COMPRA CONOSCO A CROTALÁRIA BREVIFLORA.
Essa planta está sendo utilizada no combate à dengue, porque atrai a libélula, um inseto predador do mosquito da dengue e da febre amarela.
Com o plantio da crotalárias em terrenos baldios, quintais, jardins, vasos e inclusive nas margens dos rios, ela atrai a Libélula que põe seus ovos em água parada e limpa, da mesma maneira que o Aedes Aegypti.
Os ovos nascem, viram larvas e essas larvas se alimentam de outras larvas, inclusive do mosquito transmissor da dengue. Além de tudo isso, a libélula adulta se alimenta de pequenos insetos e o Aedes Aegypti faz parte do seu cardápio, o que pode diminuir a manifestação.
São plantas pouco exigentes e com grande potencial de fixação biológica de nitrogênio. O seu crescimento é mais rápido e tem sido muito usada como adubo verde em rotação com diversas culturas e no enriquecimento do solo.