quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011


Uma das Premissas da Redecom
Por: Laurindo Matias de Araujo

Foto: Agencia Atual  (2ª Fecom'arte)

Ter sempre presente que fazer rede é fazer amigos. Tão simples assim. Então as pessoas devem estabelecer comunicações pessoais entre si, uma –a - uma. Cada membro da rede é um participante único, insubstituível, totalmente personalizado, que deve ser tratado sempre pelo nome, valorizado pelo que tem de peculiar, incluído pelo reconhecimento de suas potencialidades distintivas. Nada, portanto, de circulares impessoais, panfletos, chamamentos coletivos. Nada de mobilização de massa. Quem gosta de massa são os candidatos a condutores (as) de rebanhos, que estabelecem uma relação vertical, autoritária e paternalista com o povo.
Levar em conta que rede é um campo para a emergência do fenômeno da multiliderança. Cada um pode ser líder em algum assunto de que goste, domine e a partir do qual seja capaz de propor iniciativas que são acolhidas voluntariamente por outros. Redes não podem ter líderes únicos, líderes de todos os assuntos, dirigentes autocráticos que tentam monopolizar a liderança e impedir que os outros a exerçam.
Grande abraço!!
Laurindo Matias

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O Comitê Pro Universidade Federal Sul e Sudeste do Pará retoma suas atividades em 2011.


 A coordenação do Comitê Pro - Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará retoma suas atividades para o ano de 2011, para implantação deste importante projeto em nossa região. Durante o mês de março estão programadas duas agendas importantes de articulações e debates sobre este projeto e seu andamento, junto ao Ministério da Educação em Brasília. No dia 03 de março de 2010, ocorrerá em Xinguara um Seminário Regional do Sul do Pará, para retomada das mobilizações desta região em função deste projeto da UNIFESSPA, com a presença confirmada da coordenação do Campus da UFPA de Marabá, professores Hildete dos Anjos e Fernando Michelotti . E no dia 24 de março de 2010, ocorrerá um Seminário em Marabá, envolvendo todos os municípios do Sul e Sudeste do Pará, articulando lideranças políticas, parlamentares e governos, e movimentos sociais, juntamente com técnicos e reitor da UFPA, quando se pretende traçar estratégias e agendas para avançar nesta luta e conquista do grande sonho de implantação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará em nossa região. Contamos com a participação de todos os interessados. do Sul e Sudeste do Pará.Claudio Elias Marques contato- claudioelias36@yahoo.com.br




terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O Poder das Redes Sociais no Sul do Pará


 9 e 20 Seminário de TEC – O Poder das Redes Sociais no Sul do Pará
Em um novo momento de articulação e construção das identidades individuais para uma construção coletiva foi pensado o Seminário de TEC – O Poder das Redes Sociais, que vai reunir no Sul do Pará no município de Marabá durante os dias 19 e 20 de fevereiro, coletivos socioculturais das mais diversas redes e representações sociais, tendo em vista que no estado do Pará existem redes de pontos de cultura, fora do eixo, cineclubes, escolas, infocentros e telecentros comunitários, que somam mais de 500 organizações e milhares de pessoas conectadas a Internet, muitas delas capacitadas em comunicação comunitária e popular. Neste contexto foi pensado a realização do seminário da REDECOM, 2° etapa do projeto Rede Amazônia de Comunicadores Comunitários, realizado em parceria coletivos da região amazônica, que tem produzido e compartilhado cultural em rede, sistematizando cada vez mais as TEC's e estimulando o desenvolvimento da região.
O encontro foi pensado para sistematizar as diversas ações, projetos e tecnologias que vem sendo praticadas por estes jardineiros socioculturais, e principalmente para proporcionar a relação humana, o estabelecimento de novos elos e o aprimoramento dos já iniciados, pois as relações são completamente dinâmicas e apresentam novas formas e fazeres a cada ciclo.
É evidente a necessidade de conectar esses coletivos, grupos e movimentos socioculturais que já vem interagindo e colaborando entre si em pesquisa, produção e disseminação de cultura livre em uma rede social distribuída.
Usamos as novas tecnologias, mas temos claro que a Rede não é um espaço virtual, mas sim uma teia real de conexão entre pessoas que se conhecem e já praticam algum nível de interação entre si, buscam objetivos comuns e que se relacionam de forma não hierárquica.
A REDECOM foi articulada através das experiências de formação e gestão de Redes que os Argonautas Ambientalistas da Amazônia vem empreendendo, e que em 2010 aprovou em edital publico da FAPESPA – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará o projeto de articulação da rede.
Entre as redes que fazem parte da REDECOM, cito a Rede Norte de Cineclubes, Rede Paraense de Pontos de Cultura e Rede Fora do Eixo que atualmente vem sendo construída em parceria com o apoio da sua regional norte representada pelo Coletivo Palafita do estado do Amapá que vem unindo as vozes no estado do Pará com o Casarão Cultural Floresta Sonora, Movimento Curupira Antenado e Circuito Polifônico que através de uma gestão compartilhada do Ponto de Linguagem do FDE vem pautando novas tecnologias de transformação e solidariedade através de moedas sociais e articulação das várias frentes setoriais da cultura, educação e tecnologia em parcerias municipais, estaduais e federais.
O projeto realizou em sua 1° Etapa a sensibilização e capacitação em redes sociais direcionada principalmente às pessoas capacitadas em comunicação comunitária e em comunicação popular, visando constituir uma rede mais específica, focada na produção colaborativa de comunicação e cultura, tendo como forma de integração inicial um Curso a distância sobre redes sociais que aprofundou o conhecimento do tema, desfazendo a confusão entre “redes digitais” e “redes sociais” que aconteceu no mês de janeiro. Na 2° Etapa estamos fazendo discussões virtuais e presenciais para o aperfeiçoamento da metodologia que trará os resultados esperados pelo Seminário de T.S que vamos realizar em Marabá neste final de semana.
A 3° etapa é para a produção pactuada e colaborativa em rede, e inclui oficinas de audiovisual desenvolvidas em software livre, visando capacitar as equipes que irão criar e gerir os empreendimentos e TEC's de webradio; webtv e blog da rede.
  



omissão Paraense de Pontos de Cultura / GT Audiovisual
(91) 8154-1386 (novo)
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Constelação de Ações
www.redecinenorte.org.br

www.redeamazoniajuvenil.org.br
www.institutorefazenda.org.br

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Prefeituras querem verbas de fundo da Vale




                                                                      
     Xinguara tem!!!
      Diário do Pará



Domingo, 13 de Frvereiro 2011

                                                                      (Foto: Ney Marcondes)

 Os 14 municípios paraenses que têm direito ao Fundo de Reestatização da Vale (FDR) passaram os últimos quatro anos sem receber nenhum centavo dos recursos do fundo, essenciais para seu desenvolvimento nas mais diversas áreas. Atualmente, R$ 35 milhões do FDR encontram-se aplicados no Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES) à espera dos gestores.
Na última quarta-feira a Secretaria de Estado de Integração Regional (Seir) reuniu com prefeitos e representantes das 14 prefeituras (Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Itupiranga, Água Azul do Norte, Brejo Grande do Araguaia, São Domingos do Araguaia, Nova Ipixuna, Bom Jesus do Tocantins, Marabá, Abel Figueiredo, Rondon do Pará e São João do Araguaia) para ouvir as pendências dos gestores e colocar as da administração para chegar a um denominador comum que permita a liberação do dinheiro no menor tempo possível. Também participou da reunião Josenir Nascimento, secretário executivo da AMAT/Carajás.
A empresa depositou o recurso - a fundo perdido - no BNDES, responsável pelo gerenciamento do FDR. No total, mais de 200 municípios brasileiros têm direito ao fundo. “Agora os municípios terão que apresentar seus projetos ao Estado, que por sua vez os apresentará ao BNDES. Após a aprovação, a instituição repassa o dinheiro ao Estado que distribui aos municípios”, explica Antônio José Guimarães, titular da Seir.
Segundo o secretário a Seir está trabalhando prioritariamente para liberar o dinheiro, que pode ser usado para desenvolver as áreas de educação, saúde, saneamento e infraestrutura urbana, conforme os critérios apresentados por cada prefeitura. “Quando soubemos que o recurso não havia sido distribuído, verificamos as pendências e ligamos aos prefeitos para que apresentassem seus projetos. Na reunião dessa semana sentamos para discutir os últimos ajustes”, disse Guimarães, afirmando que os R$ 35 milhões que estão aplicados, serão divididos de maneira igualitária entre os 14 municípios que estão na área de abrangência da mineradora.
Antônio José diz que a Seir tem um papel importante de articulação com os entes públicos. “Vamos continuar articulando convênios com as prefeituras e lutar para que recursos venham para desenvolver projetos importantes para o Estado. Mas isso tudo precisa ser feito com planejamento”.
Ele cita o caso do porto intermodal de Marabá, projeto de R$ 76 milhões, fruto de convênio do governo do Estado, através da Seir com o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT). “Esse projeto, depois de assinado, teve os recursos devolvidos. Ou seja, o governo desistiu do projeto com dinheiro já assegurado. Tudo por problemas burocráticos e administrativos”, revela
O governador Simão Jatene está tentando reverter a situação em Brasília e o secretário garante que recurso retornará para o Estado. “Vamos realizar a construção desse porto, com contrapartida de R$ 7,6 milhões do Estado. A obra será de fundamental importância para a siderúrgica Aços Laminados do Pará (ALPA) que a Vale construirá em Marabá. Não adianta apenas fazer projetos e mais projetos, mas principalmente assegurar que os recursos sejam efetivamente empregados no desenvolvimento do Estado”, coloca.
Estado intermediará acesso ao fundo
Trabalhar exclusivamente através do diálogo, realizando uma gestão integrada em todo o Estado. É dessa forma que o engenheiro florestal Antônio José Guimarães, 58 anos, pretende conduzir a Seir, considerada pelo governador Simão Jatene estratégica do ponto de vista administrativo e político. Ele terá como adjunto o também engenheiro Geraldo Bitar.
Funcionário público federal do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) desde 1977, Antônio José já exerceu as funções de sub-coordenador do Poloamazônia do antigo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal IBDF, diretor de Divisão de Marcados (IBDF), Delegado estadual do IBDF no Pará, presidente nacional do IBDF e secretário do Ministério da Previdência Social. Entre os anos de 1991 e 1995 foi secretário no Governo do Estado do Pará.
“Tenho recebido lideranças dos municípios e ouvido anseios dessas comunidades. O Pará é como se fosse um país com várias cidades, cada uma com a sua peculiaridade econômica, nas áreas ambiental e agrícola. Precisamos entender isso”, diz o secretário.
“Nosso grande problema hoje é que não temos projetos. Tendo bons projetos conseguimos recursos, sim, em Brasília. Tenho procurado mostra isso aos prefeitos”.
A Seir teve papel fundamental na discussão do Termo de Compromisso elaborado pelo Ministério Público Federal para combater o desmatamento na pecuária. A questão é delicada e envolve todos os grandes municípios produtores de carne do Pará que tinham dificuldade de cumprir algumas cláusulas ambientais do termo. “O governador, com a ajuda de várias secretarias do Estado, como a de Agricultura (Sagri), de Meio Ambiente (Sema) de Projetos Estratégicos (Sepe), Seir e Adepará e de entidades como a Famep, conseguiu ajustar o termo adequado à realidade dos municípios, com prazos mais factíveis. (Diário do Pará)


sábado, 12 de fevereiro de 2011

História da Música


O estudo das origens e evolução da Música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história, é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos.
Em 1957 Marius Schneider escreveu: “Até poucas décadas atrás o termo ‘história da música’ significava meramente a história da música erudita européia. Foi apenas gradualmente que o escopo da música foi estendido para incluir a fundação indispensável da música não européia e finalmente da música pré-histórica."
Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas e espaços no mundo e todas as suas vertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da música do ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita do ocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, história do samba, e assim sucessivamente – Informações: http://pt.wikipedia.org
Índice
A Escola de Música, de Xinguara através da Casa da Cultura, informa que estão abertas as inscrições para as aulas de músicas com os seguintes instrumentos musicais: violão, teclado, violino, flauta e instrumentos da filarmônica. Local: Casa da Cultura, Galeria do Bosque, centro. Horário: dás 8:00h, ás 12:00h e das 14:00h ás 18:00h de segunda a Sexta-Feira.

O objetivo do estudo da história da música
Se considerarmos o termo em sua maior abrangência, a história da música envolve ao menos:
  • As origens culturais da música em cada grupo humano estudado.
  • As influências culturais e sociais que a música exerce e sofre ao longo de seu desenvolvimento.
  • A origem e evolução de seus sistemas musicais característicos (que envolvem suas estruturas rítmicas, melódicas e harmônicas).
  • O desenvolvimento das formas musicais e dos gêneros e estilos.
  • A história dos instrumentos musicais e técnicas associadas à sua execução.
  • A influência mútua entre a música e os demais movimentos culturais.
  • A origem e evolução dos sistemas teóricos utilizados para estudá-la, incluindo sistemas de notação e análise musical.
  • As principais personalidades envolvidas na sua evolução. Os compositores e músicos que marcaram cada período ou gênero específico ou que impulsionaram o desenvolvimento de novas formas, estilos e gêneros.
  • A cronologia de todos estes temas.
Os métodos usados no estudo da história da música podem incluir a análise de manuscritos e iconografia, o estudo de textos críticos ou literários, a associação entre música e linguagem e a relação entre a música e a sociedade. A análise de artefatos arqueológicos e a documentação etnográfica também são instrumentos úteis a este campo do conhecimento.
A História da música e a etnologia
Uma das razões do conceito difundido de que história da música refere-se apenas à música ocidental é a grande quantidade de obras existentes que tratam apenas desta vertente e predominaram por muitos séculos. Apenas após o surgimento da etnomusicologia (uma área da etnologia), foi que as origens da música não européia passaram a ser mais bem documentadas.
Nos estudos da música primitiva que tentam relacionar a música às culturas que as envolvem, há duas abordagens prevalecentes: a Kulturkreis da "Escola de Berlim" e a tradição norte americana da área cultural. Entre os adeptos da Kulturkreis está Curt Sachs, que analisou a distribuição de instrumentos culturais de acordo com os círculos culturais estudados por Gräbner, Schmidt, Isadora e Preuss, entre outros, e descobriu que as distribuições coincidiam e estavam correlacionadas. De acordo com esta teoria, todas as culturas passam pelos mesmos estágios e as diferenças culturais indicam a idade e velocidade de desenvolvimento de uma dada cultura.
A teoria da área cultural, por outro lado, analisa a música de acordo com as regiões nas quais as pessoas compartilham a mesma cultura, sem atribuir a essas áreas um significado ou valor histórico (por exemplo, todos os Inuit tradicionais possuíam um caiaque, um traço comum que define a área cultural Inuit). Em cada uma das teorias, as regiões definidas necessariamente se interceptam, com pessoas que compartilham partes de mais de uma cultura, permitindo a definição dos centros culturais pela análise de seus limites. (Nettl 1956, p.93-94)
A etnologia analisa e documenta as manifestações culturais oralmente e as correlacionam às suas regiões para determinar a história de cada cultura. Isso inclui todas as manifestações artísticas, inclusive a música.
A música na pré história
Dança de Cogul. Imagem encontrada em Cogul, Espanha. Mostra a dança das mulheres em torno de um homem nu.
Somente através do estudo de sítios arqueológicos podemos ter uma idéia do desenvolvimento da música nos primeiros grupos humanos. A arte rupestre encontrada em cavernas dá uma vaga idéia desse desenvolvimento ao apresentar figuras que parecem cantar, dançar ou tocar instrumentos. Fragmentos do que parecem ser instrumentos musicais oferecem novas pistas para completar esse cenário. No entanto, toda a cronologia do desenvolvimento musical não pode ser definida com precisão. É impossível, por exemplo, precisar se a música vocal surgiu antes ou depois das batidas com bastões ou percussões corporais. Mas podemos especular, a partir dos desenvolvimentos cognitivos ou da habilidade de manipular materiais, sobre algumas das possíveis evoluções na música.
Na sua "História Universal da música", Roland de Candé nos propõe a seguinte seqüência aproximada de eventos:
  1. Antropóides do terciário - Batidas com bastões, percussão corporal e objetos entrechocados.
  2. hominídeos do paleolítico inferior - Gritos e imitação de sons da natureza.
  3. Paleolítico Médio - Desenvolvimento do controle da altura, intensidade e timbre da voz à medida que as demais funções cognitivas se desenvolviam, culminando com o surgimento do Homo sapiens por volta de 70.000 a 50.000 anos atrás.
  4. Cerca de 40.000 anos atrás - Criação dos primeiros instrumentos musicais para imitar os sons da natureza. Desenvolvimento da linguagem falada e do canto.
  5. Entre 40.000 anos a aproximadamente 9.000 a.C - Criação de instrumentos mais controláveis, feitos de pedra, madeira e ossos: xilofones, litofones, tambores de tronco e flautas. Um dos primeiros testemunhos da arte musical foi encontrado na gruta de Trois Frères, em Ariège, França. Ela mostra um tocador de flauta ou arco musical. A pintura foi datada como tendo sido produzida em cerca de 10.000 a.C.
  6. Neolítico (a partir de cerca de 9.000 a.C) - Criação de membranofones e cordofones, após o desenvolvimento de ferramentas. Primeiros instrumentos afináveis.
  7. Cerca de 5.000 a.C - Desenvolvimento da metalurgia. Criação de instrumentos de cobre e bronze permitem a execução mais sofisticada. O estabelecimento de aldeias e o desenvolvimento de técnicas agrícolas mais produtivas e de uma economia baseada na divisão do trabalho permitem que uma parcela da população possa se desligar da atividade de produzir alimentos. Isso leva ao surgimento das primeiras civilizações musicais com sistemas próprios (escalas e harmonia) - http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cogul_HBreuil.jpg