sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Reduzir a população de bovinos para combater o desmatamento e o aquecimento global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Publicado em fevereiro 7, 2014

[EcoDebate] Quase 70 bilhões de animais terrestres são mortos todos os anos para alimentar os cerca de 7 bilhões de seres humanos. São cerca de 10 animais mortos, anualmente, para cada pessoa.
Segundo a FAO, a criação de animais domesticados, no mundo, a serviço do apetite do homo sapiens, atinge cerca de 200 milhões de búfalos, 800 milhões de cabritos, 1 bilhão de porcos, 1,1 bilhão de ovelhas, 1,45 bilhão de bovinos e dezenas de bilhões de galinhas. A pecuária ocupa 26% da superfície terrestre global. O Brasil tem o maior rebanho bovino do mundo, com cerca de 215 milhões de cabeças (mais gado do que gente).
O impacto da população de ruminantes, especialmente bovinos, sobre o meio ambiente é muito grande. O metano liberado a partir dos sistemas digestivos dos animais criados pela pecuária é responsável por 14,5% de todos os gases de efeito estufa emitidos pelas atividades antrópicas. O gás metano é cerca de 30 vezes mais potente que o efeito do dióxido de carbono no aquecimento do planeta (um boi gera 58 quilos de metano por ano).
O consumo anual médio per capita de carne no mundo desenvolvido foi de cerca de 80 quilos em 2012 e está projetado para crescer para 89 quilos em 2030. Enquanto isso, no mundo em desenvolvimento foi de 32 quilos em 2012, projetado para crescer para 37 em 2030. Se gasta 15 mil litros de água para produzir um quilo de carne. Além de ser ruim para o meio ambiente, o consumo de carne também afeta a saúde humana.
Segundo um estudo feito na Universidade da Califórnia, publicado no periódico JAMA Internal Medicine, as pessoas que não comem carne têm mais chances de ter uma vida longa, se comparadas com aquelas que têm uma dieta “carnívora”. O trabalho envolveu mais de 73 mil participantes, reunidos entre 2002 e 2007 e acompanhados pelo período de quase seis anos.
Um novo estudo da Clínica de Cleveland (EUA ) diz que uma substância química encontrada na carne vermelha é ruim para o coração. Segundo os pesquisadores, a carnitina é processada por bactérias no intestino, dando início a uma cadeia de eventos que resultam em altos níveis de colesterol e no aumento do risco de doenças cardíacas. Reportagem do jornal O Globo (30/01/2014) mostra que quase metade da carne bovina produzida no Brasil está fora do alcance da fiscalização do Ministério da Agricultura (Mapa) e não tem o Certificado de Inspeção Federal (CIF). Todo o controle de resíduos do uso de antibióticos, vermífugos e hormônios (que são proibidos no país) nos rebanhos cabe a órgãos municipais e estaduais, que geralmente não dispõem de meios adequados para a função.
No Reino Unido, o governo não recomenda comer mais do que 70g de carne vermelha ou processada por dia. Por tudo isto, cresce o movimento do Meatless day (pelo menos um dia sem carne na semana). Um dia sem comer carne é bom para a saúde e pode ajudar a combater o aquecimento global. Uma das campanhas de maior impacto é o Meatless Monday (“Segunda sem Carne”), movimento que surgiu nos Estados Unidos em 2003 e tem se espalhado ao redor do mundo.
O economista Nicholas Stern já defendeu comer menos carne para combater o aquecimento global. Estudo publicado pela revista Nature Climate Change propõe a redução da emissão de metano empurrando para cima o preço da carne através de um regime fiscal ou comércio de emissões. O aumento de impostos sobre a carne poderia reduzir o consumo pois “uma mudança na dieta em grande escala não vai acontecer voluntariamente , sem incentivos”. O professor de solos e mudança global na Universidade de Aberdeen, Pete Smith, um dos autores do estudo, disse: “Uma das maneiras mais eficazes para reduzir o metano é reduzir as populações globais de ruminantes, especialmente bovinos”.
No Brasil a pecuária bovina é usada, dentre outras coisas, para ocupar áreas que são desmatadas visando a comercialização e a valorização da terra. Gado, desmatamento e especulação de terras andam juntas. Reportagem publicado no Portal Ecodebate mostra que o rebanho bovino da Amazônia Legal cresceu 140% e passou de 26,6 milhões para 64 milhões de cabeças, entre 1990 e 2003, constituindo-se no principal fator de desmatamento. A violência e os homicídios também costumam acompanhar este processo. As plantações de soja também ocupam áreas desmatadas e já existem projetos no Congresso Nacional tentando legalizar a plantação de cana nas áreas em que a floresta foi destruida. Ou seja, primeiro se desmata para vender as madeiras e depois se ocupa os terrenos para as atividades antrópicas e a monetarização do território transformado em lucro e especulação. Por isto tem gente que diz que o Brail precisa de menos Friboi e mais “free boi”.
Mas a redução da população de bovinos e ruminantes domesticados não tem razões apenas econômicas. Há também uma questão ética e de respeito aos animais. Siddartha Gautama, o Buda, que viveu há cerca de 2500 anos atrás, praticava uma dieta vegetariana e defendia o direito à vida dos animais. Diversas outras personalidades da história também criticaram a matança de animais sencientes em função da alimentação humana. O veganismo defende o fim da exploração e do abuso dos animais por convicções éticas. O vegano não aceita a utilização de animais para alimentação, apropriação, trabalho, vivissecção, confinamento, nem outros usos da vida animal pelo ser humano
Portanto, reduzir a população de bovinos e demais ruminantes é uma forma de combater a escravidão animal e um meio de diminuir o desmatamento e o aquecimento global. Com mais espaços livres das atividades antrópicas, o mundo pode avançar com o processo de reselvagerização da flora e da fauna, livres do utilitarismo e do domínio onipresente de uma única espécie invasora, egoísta e espaçosa.
Referências:

WILLIAM J. RIPPLE et al. Ruminants, climate change and climate policy, Nature Climate Change 4, 2–5 (2014) doi:10.1038/nclimate2081, 20 December 2013

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

BAÚ DA HISTÓRIA DE XINGUARA

Artigo de: ISMAEL VIEIRA BORBA


  Em meados do mês de dezembro último, em Água Azul do Norte, de uma forma morreu Policarpo.  Morando sozinho num cômodo da Avenida Lagoa Azul, encontraram-no morto de manhã.  Uns, dizem que foi assalto – Recebera, naquele dia, como gato, uma boa quantia da prefeitura de Água Azul – Outros, mais enfáticos, afirmam de AVC, (derrame cerebral).  Como, em tantas outras mortes, não houve uma averiguação.
            Mas o fato é que Policarpo tem muito haver com a história de Xinguara. Vindo com a Comissão Brasil, (capitão), depois da volta dela para Belém, ficou como o homem forte naqueles tempos bicudos de começo de Xinguara, quando as quadras eram, topograficamente, medidas e os lotes doados. Numa terra sem lei, de aventura selvagem, destemido, valente, bravo, muitos assassinados, mandou como nunca.  Teve o seu papel relevante, porque Xinguara, apesar dos pesares, se houve abuso, exceto uma situação, ou outra, o loteamento de então fora muito bem repartido. E não se houve história de quem alguém se aposseasse de uma área maior, que tivesse direito.
            A morte de Policarpo não fora reverenciada pelos Xinguarenses.  Não se ouviu nenhuma manifestação de pesar, uma nota na impressa regional, blogs, nada. Morreu quase como um indigente. Xinguara não dá a mínima para os seus pioneiros; aqueles, que vieram na cara e na coragem e fizeram a cidade o que é hoje, amassando a floresta indômita, desbravando aregião, povoando o lugar. Não tem um museu, nem um mural, que possa relatar aos jovens, que pouco sabem da sua história, o quanto foi difícil, penoso e perigoso - Assassinatos, aqui, aconteciam, aos montes -       fundar, povoar e emancipar Xinguara.
PEDRO MOTA
            Num rápido mergulho em sua história, contaremos duas novidades.
            Quem deu nome à Escola Estadual de Ensino Médio Pedro Mota? Professor Lázaro Borba. Diretor da escola sede Dom Luiz Palha, um ofício da SEDUC exigiu o nome rápido, porque a escola seria inaugurada, com a presença do governador, véspera de mais uma eleição,  Lázaro lembrou do Pedro Mota, que morrido de pouco, guarda da Escola Jader Barbalho, humilde, pessoa boa, simples,  tinha um grupo de carimbó, que se apresentava gratuitamente nas solenidades e festas Xinguarenses. Justa homenagem é claro! Mas só lamento o costume das autoridades da cidade de apenas homenagear os seus entes que se destacam depois de morto. Em vida, apesar de seu trabalho relevante no sentido de elevar a cultura de Xinguara, Pedro Mota não tinha apoio nenhum e vivia com muitas dificuldades.
NOMES DE RUA
            Por que as ruas de Xinguara, pelo menos, as mais antigas, têm nomes pomposos, sugestivos, maioria, poetas, bons escritores, pessoas importantes? Rua Gonçalves Dias, Lauro Sodré, Borba Gato, Vinicius de Moras... Pr. Erisval de Moura foi o segundo sub - prefeito de Xinguara, indicado por Oliveirão, que era braço direito de Giovani Queiroz, prefeito de Conceição do Araguaia - Ambos, vieram de São Miguel do Araguaia/Go., e eram amigos, lá - , o primeiro proprietário do Colégio Castro Alves, que funcionava na Rua Vinicius de Morais, num prédio de tábuas do Rubão. Foi ele quem demarcou o setor Chácaras e deu nome às avenidas, ruas e praças de Xinguara. O homem mais inteligente, que já pisou em Xinguara, candidata a prefeito derrotado na primeira eleição do município, em 1982, quando chamado pelo vitorioso Itamar Mendonça para ser o seu secretário de educação, apenas respondeu: - Não trabalho com prefeito analfabeto - E foi-se, pegando o corredor. Hoje, é juiz de direito numa comarca no interior de Goiás. Por falar nele, se foi o homem mais inteligente que pisou em Xinguara; a sua esposa, Lusmarina, foi a mulher mais bonita e graciosa, que aqui morou,  solteira, ou casada.

                            ISMAEL VIEIRA BORBA, é Advogado Professor, jornalista e escritor. Membro da Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense, com sede em Marabá, já publicou sete livros.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

É FATO!!!!
SITUAÇÃO DIFÍCIL DO FUNCIONALISMO PÚBLICO DE ÁGUA AZUL DO NORTE
Artigo de: ISMAEL VIEIRA BORBA/Escritor  
        

Que a transferência de votos, num processo eleitoral, é muito difícil; e que Dr. José Lourenço, em Água Azul do Norte, conseguiu quase 100%, é fato.
            Que a candidata dele, sua esposa, deu nos três candidatos a prefeito uma tremenda surra eleitoral, também é fato.
Foi uma bonita manifestação democrática, com os candidatos podendo expor suas ideias, planos de governo e intenções, não havendo impugnaçõesantes e nem depois do pleito. E o povo decidiu, maciçamente,pela candidata da 40, (PSB), e pronto.
            Vencedores e vencidos, ganhadores e perdedores, paradoxalmente, às vezes, os resultados são inversos. Quem ganhou, quem perdeu, só o tempo dirá. Quanto maior a vantagem do candidato, maior é a sua responsabilidade de governar, porque a expectativa de seus eleitores é muito maior ainda. E nenhum governante tem a varinha mágica para resolver tudo e todas as suas questões concernentes. E cercado de muitos puxa-saco, bajuladores, o elogio de gente simples e importante, aumentando o seu ego, até achar-se que é a última bolacha do pacote, a uva mais gostosa do cesto, a bala que matou John Kenedy, todo pimpão,  arrogante, tirânico, inchado de tanto orgulho, achando estar acima de todos, até da lei, quando a verdade é bem outra, invertida.
  Ninguém é presidente da república, governador, prefeito. Está. O povo, que o elegeu,é o seu patrão, como de todos os políticos eleitos.  Neste viés, há de se ver os exemplos, que vieram de Xinguara. Muitos de seus ex-prefeitos, de tanta ojeriza, rejeição, raiva até, depois de cumprirem os seus mandatos, tiveram de pegar o beco, para não dizer, numa linguagem rural bem sul paraense, o corredor dos bois magros; mandarem-se da cidade. Outros, que teimaram em permanecer,sonhando avidamente em voltarem a mamar nas grossas tetas da “mãe”, não têm votos nem para se elegerem vereador.  E pelo andar da carruagem, tudo indica,mais um!
            Aos perdedores, assim que se divulga os resultados do pleito, depois de ficarem duas, ou três semanas, se lamuriando, lambendo as feridas, remoendo a dor da derrota,outra alternativa não se apresenta senão cair na “marva”, trabalhar, ganhar dinheiro para pagar as contas advindas da campanha, porque, dali, há dois anos, haverá novas eleições. No caso de Água Azul do Norte, em razão daexcepcionalidade desta última,  ainda neste ano.
            O funcionalismo público de Água Azul do Norte vive dias difíceis, bicudos, não somente agora, no preâmbulo de um novo governo. Mas há anos, décadas. Nesta curta história da cidade, emancipada em 1992, os prefeitos, quando saem, não pagam o mês de dezembro e o 13º dos efetivos, nem os temporários. E o novo prefeito, assim empossado, alegando alei da responsabilidade fiscal, também  não paga também. E, assim, sucessivamente.
 No caso atual, agora, tem funcionário público que não recebeu sequer o mês de novembro, que é pago em dezembro. Um absurdo! A cidade tem apenas duas fontes de renda fortes, a do Frigorífico Frigol e a da prefeitura. E já tem gente passando necessidades, porque sem dinheiro,não tem como pagar  o armazém, a farmácia...
            A Constituição Federal estatue que a admissão de funcionário público de qualquer espécie tem de ser através de concurso. Sem ele, enquanto não o faz, se há necessidade de admissão, principalmente, no caso de professores, médicos e demais serviços relevantes, após preencherem as cargas máximas do concursados, pode contratar o temporário.
 E esses contratos  vencem todo ano, havendo necessidade de serem renovados. Aqui, em Água Azul do Norte, a exemplo do ano passado, os contratos venceram dia 31 de novembro, ficando o contratado sem receber, legalmente, o mês de dezembro, o 13º, que quase nunca é pago, sempre, o que torna o servidor muito vulnerável, principalmente, em teor de classe, pois nunca pode sequer fazer qualquer comentário airoso ao prefeito, seus “comchimpas”, secretários, porque é demissão imediata, além dos períodos eleitorais terem de pedir votos para ele, o prefeito, tornando-se seu um cabo eleitoral, pois todo ano tem de ir até o prefeito e humilhar-se, subjugar-se, para conseguir o contrato novamente, uma situação, que, além de esdrúxula, absurda, atenta contra todos os princípios básicos da cidadania e dos direitos humanos.
O fato é que essas vagas no serviço público, conforme a Constituição Federal, somente deveria ser preenchida através de concurso público. E eles não acontecem, porque essa “baba” eleitoral é muito boa para quem está no poder, é prefeito. O eleitorado, principalmente, os temporários, está em sua mão. E quando, por força e insistentes pedidos de um promotor, caso esporádico, contratam, de muito longe, empresas inidôneas para a efetivação desses concursos, onde o grau de dificuldade é muito grande, como no caso do último concurso público para preenchimento de cargos do município de Água Azul do Norte, em meados de 2011.  Das 31 vagas disponíveis de professor de educação infantil na sede do município – No mínimo, para o preenchimento total, deveria ser o dobro, passaram 16, alegando, com isso, que os professores de Água Azul do Norte são mal preparados, de formação profissional fraca.
            E os vereadores? Nada fazem para coibirem esse absurdo, fiscalizarem o prefeito no sentido de não haver desvio, para no final, não faltar o necessário ao pagamento do mês de dezembro e 13º do funcionário público, efetivo ou não. Isso é fato.
 ISMAEL VIEIRA BORBA, é membro da ALSSP, (Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense), com sede em Marabá e mora em Água Azul do Norte. Tem sete livros publicados.     
                                                                                                                     
            
Xinguara sediará cursos gratuitos de capacitação para servidores públicos
   Com apoio da Prefeitura de Xinguara, por meio da Assessoria de Planejamento, o Tribunal de Contas dos Municípios do Pará (TCM–PA), o Ministério Público, a Universidade Federal do Pará e o Núcleo de Meio Ambiente, realizam entre os dias 13 e 15 de fevereiro, cursos gratuitos de Capacitação para o Fortalecimento da Gestão Municipal Sustentável, da Fiscalização Interna e dos Controles Externos e Social. A abertura será na Câmara Municipal, no dia 13 de fevereiro, às 14 horas, as oficinas serão ministradas no Campus da UFPA (Universidade Federal do Pará) em Xinguara.
   As inscrições podem ser feitas através do e-mail: planejamento.xinguara@outlook.com, no período de 27 de janeiro a 7 de fevereiro de 2014. Além dos cursos promovidos com a parceira da UFPA: “Controle Interno, Externo e Social” e “Execução Orçamentária e Financeira” (30 horas cada), o TCM/PA promoverá entre os dias 13 e 14 de Fevereiro, mais duas oficinas de 16 horas cada, as quais são “Lei de Responsabilidade Fiscal” e “Auditoria Operacional”.
   Estarão presentes, o Presidente do TCM/PA, Conselheiro José Carlos Araújo, o Corregedor do TCM/PA, Conselheiro César Colares, o Conselheiro Antônio José e Prefeitos da região.“Nossa expectativa é que os servidores assim como representantes de conselhos busquem a capacitação, só assim poderemos melhorar a dinâmica das nossas atividades”, disse Ewerton Andrade, Assessor de Planejamento da Prefeitura de Xinguara.

Mayrla Lima/Ascom PMX
O apocalipse da Internet?


O um por cento mais rico do mundo poderá controlar, para sempre, o que nós vemos na Internet. É o apocalipse da Internet como conhecemos, que vai eliminar a promessa democrática do acesso à informação por todos, como os fundadores da rede mundial de computadores imaginaram. 

Unida, nossa comunidade se moldou baseada nessa visão democrática de Internet, utilizando-a para lutar contra a corrupção, salvar vidas, e levar ajuda para os países em crise. Mas os Estados Unidos e a União Europeia estão à beira de dar às empresas mais ricas do mundo o direito de mostrar os conteúdos que desejarem de forma mais rápida, enquanto bloqueiam ou diminuem a velocidade daqueles que não possam pagar para obter o mesmo destaque aos seus conteúdos. A habilidade da Avaaz de mostrar ao mundo imagens de jornalismo cidadão na Síria, ou promover campanhas para salvar nosso planeta, estão sob ameaça! 

Decisões dos dois lados do Atlântico estão sendo tomadas nesse momento. Mas inovadores tecnológicos, defensores da liberdade de expressão e as melhores empresas da web estão lutando para que isso não ocorra. Se milhões de nós nos juntamos a eles agora podemos criar o maior apelo do mundo para uma Internet livre e democrática. Assine agora e compartilhe com todos:


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